Projeto Computador Portátil: a quantas anda e a mudança no Linux.
Faz algum tempo que não falo do meu Pi, mas o projeto do computador portátil continua progredindo, devagar e sempre.
Mudança Recente
Algo que estava me incomodando desde o início era a lentidão da interface gráfica, por isso acabei tomando uma decisão radical: instalei o Raspberry Pi OS Lite (64-bit), uma versão do sistema operacional baseada em linha de comando. Agora, além do desempenho, que mudou da água para o vinho, estou aprendendo a usar o sistema via terminal. Não é nada simples, mas certamente me ajudará a ter uma compreensão mais aprofundada do Linux.

Confesso, entretanto, que depois de décadas usando interfaces gráficas, meu cérebro não demora muito para entrar em exaustão. Pode ser que isso esteja relacionado ao momento de aprendizado; afinal, preciso entender e memorizar muita coisa nova.
Enfim, espero que tudo fique mais leve e fluido, quando eu me habituar aos principais comandos. Afinal, antes do Windows e do Mac, interagi com computadores via texto por anos.
Uma vantagem inesperada dessa decisão radical foi não precisar mais do mouse. Ou seja: menos um dispositivo e menos uma preocupação com portas USB ou conexões Bluetooth.
Novidade
Outra coisa que fiz — hoje, diga-se de passagem — foi comprar um HAT LoRa para experimentar a rede Meshtastic no Pi.
Caso você não saiba, os HATs são acessórios que podem ser conectados ao Pi. E, pelo que entendi, esse que comprei também é compatível com os modelos mais avançados. Ou seja, vou poder aproveitá-lo na versão final do meu projeto.