Evernote: Porque voltei a usar Pilhas (reorganizando) | 252

Quando o Evernote foi criado não existiam as Pilhas. E cheguei a ler que o Phil Libin, CEO naquela época, foi contra, mas terminou sendo voto vencido. Minha opinião ao longo dos anos variou entre adorar Pilhas e achar que elas são completamente desnecessárias e até bem pouco tempo meu Evernote não tinha nenhuma Pilha.

Continuo acreditando que não há necessidade de organizar os Cadernos do Evernote dentro de Pilhas porque é muito fácil chegar a um Cadernos usando a busca ou o atalho de teclado CMD + J (Mac) / CTRL + Q (Windows) que mencionei em vídeo recente.

Mas atualmente acredito que elas podem, sim, ser úteis como ferramentas de trabalho. Foi por esta razão que elas voltaram para o meu Evernote e no vídeo de hoje compartilho com você como é que elas estão funcionando.

Antes de mais nada, vamos a um esclarecimento técnico. O Caderno é um espaço onde as Notas estão guardadas, portanto, se você apaga um Caderno, as Notas vão para o lixo. Já as Pilhas são estruturas visuais. Apagar ou desmontar Pilhas não afeta o conteúdo dos Cadernos. Portanto, você pode criar e destruir Pilhas e deixar a preocupação de lado.

Parei de usar Pilhas porque sigo uma das minhas próprias recomendações. Ou seja, criar Cadernos com nomes simples e fáceis de memorizar. Se você definir nomes coerentes com a sua forma de pensar, com o tempo vai memorizar a maioria dos Cadernos e passará a utilizar o CMD + J (Mac) / CTRL + Q (Windows).

Habitue-se a fazer dessa forma porque é mais ágil. Não há necessidade de entrar na relação de Cadernos e ir olhando um por um até chegar no que você deseja. São pequenos hábitos como este que farão diferença no tempo que você gasta ao longo do seu dia, semanas, meses e anos.

Voltei a usar as Pilhas porque me ocorreram algumas ideias para aprimorar o Kanban dentro do Evernote e quero colocar em prática para testar.

Movi três quadros do Trello para dentro do Evernote usando o seguinte padrão: Pilhas funcionam como Quadros e Cadernos como Listas. Para que a coisa toda fique realmente funcional, movi as Pilhas para a Área de Atalhos e quando chega a hora de trabalhar em um determinado assunto, abro a Pilha correspondente e trabalho com base no workflow pré-definido. Ao mudar para outra atividade, basta fechar aquela Pilha e abrir a outra. Dessa forma, o workflow no qual estou, fica sempre ativo na lateral esquerda do Evernote. 

Você usa Pilhas? Deixe seu comentário: "sim" ou "não". Se quiser elaborar a resposta, será ótimo conhecer a sua forma de usar e com certeza ajudará outras pessoas que acompanham o canal.

 

Por que o Evernote? (opinião).

Videoaula

Há algumas semanas participei de uma live no Instagram da Gabriela Brasil e uma das coisas que ela me perguntou foi: "Por que o Evernote?". É uma pergunta interessante e este é o tema da conversa de hoje.

Comecei a usar o Evernote em 2008 depois de muito pesquisar e experimentar outras formas de organização, inclusive bancos de dados. No final, independente do sistema, eu terminava sempre sem a possibilidade de cruzar todas as informações a partir de buscas simples.

Hoje é muito comum realizar uma busca no Gmail ou no nosso computador e encontrar um monte de resultados relevantes, mas naquela época isso ainda estava começando e o Evernote foi pioneiro na combinação da busca poderosa e sincronismo entre plataformas.

Depois de tentar 3 vezes finalmente entendi a mudança de paradigma que o Evernote representava. Percebi que não havia mais a necessidade de tanta estruturação do conteúdo. Bastava organizar um pouco e me basear na busca. Era algo revolucionário para a época. Uma espécie de Google particular.

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Além da busca, outra coisa que adoro no Evernote é o estilo Lego do aplicativo. Posso montar as coisas da forma como quiser e depois desmontar e montar tudo outra vez. E agora com o novo Spaces, ficou ainda melhor organizar as coisas a minha maneira.

Além da busca combinada a versatilidade, há um terceiro elemento: a maneira como o aplicativo lida com captura e entrada de informação. Os recursos para anotações, negrito, itálico, listas, tabelas etc., em minha opinião existem na medida certa. Não tão elaborado quanto um Word, nem tão simples como um Google Keep.

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E, falando em Word, se eu preciso complicar um pouco as coisas, é possível anexar arquivos dentro da nota e trabalhar combinando os dois mundo. Posso, por exemplo, fazer anotações de uma reunião ou anotações de sala de aula na própria nota e com esse material de referência, criar um contrato para um cliente ou parceiro ou o trabalho escolar.

Não gosto de comparar, mas vou nessa linha apenas a título de explicação. O OneNote é muito interessante, mas não consigo fazer nele diversas coisas que faço no Evernote. Por exemplo, criar minhas próprias etiquetas para filtrar informações em diversas partes do aplicativo.

Já o Google Keep é muito simples para o que preciso fazer, que é justamente aproveitar a versatilidade da nota e guardar tanto anotações, quanto documentos, imagens, áudios etc. O Keep até permite anexos, mas não posso manipular e movimentar este conteúdo por diversas partes da nota como faço no Evernote.

E você, por que usa o Evernote? Já tentou outros aplicativos? Por que escolheu o Evernote? Por favor, compartilhe sua história.

 

Gestão de atividades no Evernote usando o Kanban | Entenda como administro meu canal no YouTube.

A ideia da aula de hoje é compartilhar um pequeno exemplo de uso de princípios do Kanban no Evernote.

O objetivo é que você entenda como a prática de mudar atividades de um estado para outro facilita organizar as coisas na mente e ao mesmo tempo permite ter uma noção clara do progresso das nossas atividades.

Mas o vídeo mostra apenas uma explicação parcial dos princípios do Kanban. Para informações um pouco mais elaboradas, recomendo a aula "Google Keep para gestão de tarefas | Um mini-Kanban usando cores”. E ao assistir atente-se ao Kanban e não ao Google Keep. 

Uso estes princípios e outros relacionados ao Scrum porque não acredito em soluções milagrosas e que funcionam para todos ou que durem para sempre. As etapas do nosso sistema mudam constantemente porque assim é a vida.

Como diz o ditado, a única constante é a mudança. Portanto é preciso sempre adaptar os passos de nossas atividades e preferencialmente de uma forma simples e ágil. O Kanban é excelente no quesito adaptação. 

Kanban no Evernote

Para o conteúdo que estou constantemente publicando em formato de vídeos, textos, aulas online etc., uso um conjunto de cadernos no meu Evernote.

O “Online” guarda todas as notas com ideias que serão um dia transformadas ou não em conteúdo. Funciona como o Backlog do Scrum e a medida que as notas —ideias— ganham corpo, são marcadas com um lembrete do Evernote para que eu saiba que já posso trabalhar na gravação do vídeo e outras etapas pré-publicação.

Depois que o conteúdo é publicado, mudo a data da nota para data de publicação e mudo o caderno para o produto específico: YouTube, Blog, Newsletter etc.

Por fim, se for o caso, incluo a pasta do Google Drive na qual estão os documentos mais pesados como o arquivo fonte do vídeo, mas imagens originais etc. Desta forma, terei um arquivo que posso consultar a qualquer momento no futuro.

Para entender melhor, sugiro que assista o vídeo. Gostaria também de conhecer suas opiniões. Já pensou em usar o Kanban para gerenciar suas atividades pessoais e profissionais? Por favor, deixe um comentário com dicas, dúvidas ou sugestões.

Caso precise de ajuda para otimizar os mais variados aplicativos e serviços na organização e produtividade da sua pequena ou média empresa, entre em contato.

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