Evernote para APRESENTAÇÕES (como usar) | 258

Nem todos sabem disso, mas é possível transformar uma Nota do Evernote em uma apresentação parecida com as do PowerPoint ou Google Slides. Mas preste atenção às minhas palavras. Eu disse, parecida.

Em realidade o resultado final é praticamente o mesmo, mas você não terá à sua disposição recursos de transição entre slides, movimentação de objetos em tela e outras sofisticações. O Modo de Apresentação, como o próprio nome diz, é uma forma de apresentar uma Nota para um grupo de pessoas em uma reunião.

Caso tenha participado de algum workshop meu em 2014 ou 2015 lembrará que em determinado ponto da apresentação eu parava tudo e mostrava que aquela apresentação estava sendo feita dentro de uma Nota do Evernote. Mas era apenas uma forma de demonstrar o recurso. O uso que faço do Modo de Apresentação é bem diferente.

No meu caso ele funciona muito bem para demonstrar para um grupo de pessoas algum conteúdo que ainda não é definitivo. Por exemplo, alguns gráficos e análises que podem vir a fazer parte de um relatório ou imagens que serão usadas em alguma campanha ou site e que precisam de aprovação.

A Nota do Evernote, neste caso, funciona como um espaço de captura para um rascunho. A demonstração é feita para a equipe e mudanças sugeridas podem ser executadas e aparecem na hora.

O Modo de Apresentação está disponível nas versões Mac e Windows e apenas para assinantes pagos do Evernote. Para começara a usar, basta clicar nos três pontos que aparecem no canto superior direito de uma e escolher a opção Apresentar.

A Nota será transformada em uma apresentação de slides. Você tem a sua disposição um ponteiro laser, modo noturno, redimensionamento de fontes e pode também redefinir que partes do texto formarão cada slide da apresentação.

Conhecia este recurso? Você usa o Modo de Apresentação? Compartilhe sua experiência nos comentários e se gostou do conteúdo, por favor, utilize os ícones abaixo das redes sociais e envie para um amigo.

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Porque escolhi e como uso o Google Drive (opinião). | Ep. 226.

Chegou a hora de continuarmos nossa conversa a respeito dos serviços Google. A propósito, se ainda não assistiu os outros vídeos, recomendo a playlist a respeito do tema.

Já publiquei muito material a respeito do Google Drive lá no canal mas o plano hoje é explicar porque uso o serviço e ao mesmo tempo compartilhar mais dicas e sugestões.

Em primeiro lugar, não existe o certo e o errado em termos de armazenamento em nuvem. Cada um de nós tem sues próprios motivos para escolher este ou aquele serviço. O que compartilho no vídeo de hoje é 100% baseado na minha experiência. Conheço bem o OneDrive, mas nunca adotei o serviço como fiz com o iCloud e Dropbox.

O Dropbox foi um dos pioneiros no armazenamento em nuvem e acabou se transformando numa forma prática de lidar com arquivos no iPhone. Com a chegada do iCloud, comecei a migrar tudo para lá, mas muitos aplicativos levaram bastante tempo para transitar de um serviço para outro e acabei usando os dois em paralelo por um longo período.

Conforme já expliquei em vídeos anteriores, minha migração para os serviços do Google começou em 2015 e por uma questão óbvia, aos poucos fui levando para o Google Drive tudo que eu tinha no Dropbox e iCloud.

Backup & Sincronismo ou Drive File Stream?

No seu computador é possível instalar o Backup & Sincronismo ou o Drive File Stream. O primeiro é a versão pessoal do aplicativo. Além de sincronizar as pastas, você pode sincronizar fotos e escolher uma ou mais pastas para o backup do seu computador

O File Stream tem recursos muito interessantes como acesso ao Drive de Equipe e existe também a possibilidade de escolher arquivos ou pastas que você deseja que fiquem disponíveis na nuvem ou no computador. No caso do Backup & Sincronismo até existe o sincronismo seletivo de pastas, mas o File Stream desce até o nível dos arquivos.

Apesar de permitir o sincronismo de arquivos, enxergo o Drive como um serviço para usar online porque os serviços Google são majoritariamente focados no online. O pacote de escritório e serviços como o Google Forms e outros você vai usar via navegador. Portanto, penso que vale a pena criar o hábito de usar o Drive online.

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E aqui vai uma dica de acesso rápido. Crie atalhos diretos para os serviços que você mais usa. Por exemplo, você pode chegar direto nos seus documentos de texto, visitando http://docs.google.com. Ou http://slides.google.com para o Google Slides e http://sheet.google.com para o Google Planilha. Dica: coloque este e outros atalhos na sua barra de favoritos do Chrome e vá direto ao ponto.

Não é só uma questão de chegar mais rápido. Ao abrir cada uma das páginas, você verá no topo da tela os arquivos que usou recentemente. Não desabilite esta opção! Deixe a tecnologia trabalhar por você. Os últimos arquivos que você usou estarão ali e existe uma forte probabilidade de que serão os próximos que você precisará.

Outra dica é colocar estrelas nos arquivos que você mais usa e também criar um link para isso na sua barra de favoritos (assista o vídeo para entender melhor). No lado esquerdo da página principal do Drive você verá a opção de favoritos. Clique lá para ver todos os aquivos com estrela. E aqui vai outra dica: salve aquele endereço na sua barra de atalhos do Chrome.

O botão de adição funciona também de forma inteligente. Os novos arquivos ou pastas serão criados sempre dentro da pasta em que você está e se você é um usuário G Suite, poderá também criar um novo documento a partir de um dos seus templates personalizados.

E, claro, como se trata do Google, a busca é fantástica. Ao clicar na caixa busca e depois em mais opções você verá uma série de combinações possíveis para encontrar seus arquivos. E falando em encontrar, tudo que foi compartilhado com você aparece também organizado no menu lateral esquerdo.

Se você usa o Gmail, vai querer tirar proveito das integrações com o Drive. Dê uma olhada na barra de ferramentas na base da janela onde você escreve as mensagens e verá a logo do Google Drive.

Clique lá para anexar qualquer arquivo que esteja no seu Drive. A dica é prestar atenção nos botões à direita. Escolha "link" para compartilhar um arquivo do Drive ou a opção "arquivo" para enviar o arquivo como anexo. E o melhor é que funciona também no aplicativo Gmail para celular.

Tudo isso é apenas a ponta do iceberg. As possibilidades são quase que ilimitadas. E como assinante do G Suite tenho a privacidade que preciso, porque os termos de uso do G Suite são diferentes dos termos do Google gratuito.

Gostou dessas dicas? Está enxergando o Google Drive com outros olhos agora? Conhece alguém que precisa entender melhor o serviço? Compartilhe este conteúdo usando um dos botões abaixo. E se você lembrou de algo que não mencionei no vídeo ou artigo, por favor, deixe seus comentários para ajudar outras pessoas.

 

Migração para os serviços Google | Drive, Fotos, Gmail, Docs, Music etc.

Desde 2015 venho trabalhando na migração de praticamente todos os serviços online que utilizo para os similares no Google. Atualmente mantenho minhas fotos, músicas, pacote "office", arquivos em nuvem, backup e outros nos respectivos serviços Google.

Como estou sempre compartilhando esta ou aquela experiência, recebo constantemente perguntas relacionadas ao processo de migração e como utilizo cada um dos serviços. Portanto, resolvi gravar uma série de videoaulas específicas explicando como migrar, quais as vantagens e desvantagens e como explorar cada um dos aplicativos online e seus recursos.

Dois acontecimentos me estimularam a migrar. Um acidente com meu iPhone há bastante tempo, antes mesmo de 2015, e a bagunça que a Apple fez com as minhas fotos.

Quando deixei o telefone cair na água e precisei comprar um Android temporariamente, percebi o quanto estava vulnerável. Perdi por alguns dias o acesso aos contatos, email, calendário etc. porque usava os serviços proprietários da Apple e não foi possível configurar nenhum deles no aparelho da concorrência.

Para evitar problemas similares no futuro resolvi migrar parcialmente para o Google. Passei a usar o Gmail, Calendário e Contatos no lugar dos similares da Apple.

A confusão com o serviço Photos da Apple foi uma novela que me fez inclusive perder algumas fotos. Eles haviam lançado o sincronismo automático com o serviço iCloud, mas, apensar de toda atenção dada pelo suporte, nunca consegui resolver por completo o problema de sincronismo que ocorria na minha conta.

Por algum tempo tudo funcionava bem, mas eventualmente uma ou outra foto desaparecia ou do telefone ou da nuvem. Como o Google Photos estava sendo lançado na mesma época, resolvi experimentar e não me arrependo.

O próximo passo foi migrar para o G Suite e adotar o "pacote office" do Google. Não foi tão simples, mas nada excessivamente complicado. Comecei convertendo os documentos aos poucos e depois passei a criar os novos diretamente no Google. Uma vantagem que vejo no uso do "office do Google" é a perfeita integração com formulários de sites, Google Forms, Zapier e outros serviços.

Com armazenamento de 1TB no Google Drive, levei também minha biblioteca de músicas para o serviço Google Music. O armazenamento até um determinado limite de fotos é gratuito e posso ouvir as músicas em qualquer lugar. Basta instalar o App ou visitar http://music.google.com

E o navegador Chrome proporciona uma enorme conveniência. Basta realizar o login com usuário e senha do Google, seja no próprio computador, no computador de um colega, biblioteca ou café, e temos acesso a todos esses serviços e nosso histórico de navegação, bookmarks e muito mais. E obviamente o mesmo raciocínio vale para o Chromebook.

Todos estes temas e outros serão tratados em detalhes nas próximas videoaulas. Portanto, se o tema te interessa, assine o Canal no YouTube para não perder nenhuma novidade. E lembre-se de clicar no sino ao lado do botão assinar.

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