O mais moderno nem sempre é o melhor: de volta ao Kindle 2012
Depois de vários dias usando o KOReader, começo a compreender melhor onde estão as configurações que procuro. A cada nova descoberta, no mar de possibilidades que são os menus do aplicativo, vou ajustando detalhes aqui e ali e a experiência de leitura está cada vez melhor. É surpreendente como as opções fazem do meu antigo Kindle 2012 um equipamento muito mais avançado do que era. Até a resolução das fontes pode ser ajustada, fazendo com que fiquem superiores as do sistema original.
Também ajustei algumas configurações de sincronismo com o Calibre e, mais recentemente, venho experimentando formas de exportar minhas marcações e anotações para o Obsidian. Mais adiante, quero investir um pouco de tempo no leitor de RSS.

Outra coisa que está me deixando muito satisfeito é poder voltar a usar esse antigo Kindle. O tamanho reduzido dos novos dispositivos é ótimo para o transporte; por outro lado, o tamanho e o peso desse modelo 2012 passam a impressão de que estou segurando um livro de verdade.
Curiosamente, só percebi essa vantagem agora que voltei a usá-lo. O que me fez pensar — mais uma vez! — que nem sempre o mais moderno, fino e elegante é a melhor opção.