Quando comprei meu MacBook Air, optei pela versão de 500 GB, mas a media que passei a migrar todo meu conteúdo para armazenamento local, esse espaço logo ficou pequeno.

O disco externo que sempre levo junto com o computador começou com 500 GB, que eu usava somente para edição e armazenamento de vídeos recentes. Não demorou muito e foi atualizado para 1 TB, com duas partições. Uma para os vídeos e outra para todo conteúdo que mantenho localmente: fotos, músicas, ebooks, etc.

Meu cofre principal do Obsidian continua no Air, mas todos os outros cofres que uso para vídeos no YouTube e cursos estão no SSD externo. Quando migrei os cofres o objetivo era economizar espaço interno, mas isso me deu uma ideia.

E se eu armazenar meu Obsidian num SSD como este?

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Fiquei pensando em como seria interessante poder conectar ele em qualquer computador com Obsidian e ter acesso ao meu cofre. E como hoje em dia existem versões que têm metade do tamanho deste que uso, poderia até levar o meu cofre no chaveiro.

Quando digo “inteiro”, refiro-me ao meu objetivo de ter absolutamente tudo no meu Obsidian. E como o cofre é um conjunto de pastas, não há risco de ficar preso ao app. Se um dia o Obsidian desaparecer, as pastas estarão todas lá.

Por que fazer isso?

São muitas as razões. Por exemplo, na maior parte das vezes uso as minhas próprias fotos no blog. Na prática, isso significa que termino com duas cópias, uma no armazenamento local e outra no cofre, onde escrevo todos os posts. É o caso, por exemplo, da imagem que esta neste texto.

Acontece o mesmo com fotos de viagem. Quando escrevo sobre a viagem, trago várias fotos para o cofre. Da mesma forma, termino com duas cópias das fotos. E é algo que tenho feito cada vez mais por conta da visualização de cartão do Bases, que me ajudou a criar um belíssimo álbum no Obsidian.

Descubra o poder do Bases no Curso Bases do Obsidian, acompanhando um passo a passo de como instalar e como criar suas tabelas, listas, cartões e mapas, e mais usando filtros básicos e avançados.

Não pretendo fazer essa migração por ora, mas algo que estou percebendo com os cofres que tenho no SSD é que não há prejuízo no desempenho. É verdade que são cofres muito menores do que o meu real e que a porta USB do Air é muito rápida, mas ainda assim, nem parece que estou acessando o conteúdo via USB.

E se pararmos para analizar a situação, todos os meus vídeos são editados no SSD e nunca notei problemas, nem mesmo nos muito longos. Em outras palavras, não acredito que teria nenhum tipo de dificuldade técnica usando meu cofre dessa forma.

É claro que o conteúdo está criptografado e com uma senha muito forte.

Enfim, só deixando o registro dessa ideia aqui no blog porque estou sempre pensando no assunto e mais dia, menos dia, deve acontecer.