Chromebook: ferramenta de trabalho (opinião). | Ep. 217.

Em março de 2017 publiquei um vídeo no canal a respeito dos Chromebooks. Apesar da grande quantidade de informações que compartilhei naquela ocasião, até hoje recebo muitas perguntas técnicas.

Como há muito vinha querendo gravar um episódio novo a este respeito, chegou a hora de unir o útil ao agradável. No vídeo de hoje compartilho algumas novidades no mundo dos Chromebooks e como uso o meu para trabalhar.

O primeiro mito que precisamos destruir é de que os Chromebooks só funcionam conectados a Internet. Isso é mentira, mesmo antes da possibilidade de instalação de aplicativos Android, os Chromebooks funcionavam sem conexão.

Portanto, gostaria de lançar um desafio. Usando seu computador Mac ou sistema Windows, desligue a Internet do escritório por alguns minutos e me diga exatamente o que consegue fazer. Tenho certeza que será pouca coisa. Mesmo que consiga trabalhar em algumas atividades, certamente precisará da Internet para pesquisar ou enviar informações.

Conforme já havia explicado no vídeo de 2017 e reforço no vídeo de hoje, o Chromebook pode, sim, ser usado para trabalhar em documentos, planilhas, apresentações e outros serviços, mesmo sem conexão com a Internet. 

Além disso, aplicativos para Android passaram a poder ser instalados nos Chromebooks. Ainda estamos vivendo uma etapa de amadurecimento porque os aplicativos precisam ser levemente adaptados para que funcionem bem, mas é algo que vem acontecendo com frequência.

E como andam os aplicativos já portados? Dê um modo geral a coisa toda melhorou muito. Muito mesmo. Por exemplo, no caso das janelas, no começo, os aplicativos ficavam em janelas fixas, agora muitos deles já podem ser livremente redimensionado. É o caso, por exemplo, do Evernote, 1Password, Twitter etc.

A minha forma de interpretar toda essa situação é outra. Você terá mais dificuldade de adotar um Chromebook se for uma pessoa que prefere ou depende de softwares rodando localmente no seu computador.

Por exemplo, o aplicativo Outlook no lugar de usar a versão outlook.com ou o Office instalado em lugar de usar a versão online.

Vejo um futuro em que o equipamento pouco vai importar. E não sou o único. Os serviços Google são basicamente todos online e em entrevista recente, Satya Nadella, CEO da Microsoft, disse algo como um "um Windows em toda parte". Estava se referindo aos produtos da empresa rodando em qualquer dispositivo e de forma bem integrada. Até a Apple vem portando todos os seus serviços para versões que funcionam online. Portanto, o Chromebook já nasceu com um olhar para o futuro.

Que tipo de usuário é você? Prefere aplicativos rodando no seu computador ou usa tranquilamente as versões online? Por favor, deixe seu comentário